Petrobras aumenta preço de botijões de gás de uso residencial em 9,8%

A Petrobras aumentou em 9,8%, em média, os preços dos botijões de até 13 kg de gás liquefeito de petróleo para uso residencial (GLP P-13). O reajuste entra em vigor à 0h de terça-feira (21). O último reajuste realizado pela companhia foi em 1º de setembro de 2015. A empresa diz que a correção divulgada nesta sexta-feira (17) não se aplica ao GLP de uso industrial.

A Petrobras destacou ainda que as revisões dos preços feitas para as refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor, uma vez que, de acordo com a legislação, há liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados. 

Pelos cálculos da companhia, se reajuste for repassado integralmente, preço do botijão de GLP P-13 pode ter alta de 3,1%
Pelos cálculos da companhia, se reajuste for repassado integralmente, preço do botijão de GLP P-13 pode ter alta de 3,1%.
“Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, apontou a empresa em nota.

Pelos cálculos da companhia, se o reajuste for repassado integralmente aos consumidores, o preço do botijão de GLP P-13 pode ter alta de 3,1% ou cerca de R$ 1,76. “Isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”. 

Ainda conforme a nota, o ajuste foi aplicado sobre os preços praticados pela Petrobras sem incidência de tributos.

AS INFORMAÇÕES SÃO DA AGÊNCIA BRASIL
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 

Mulheres são presas por tráfico de drogas no Centro Histórico

Com as jovens a polícia apreendeu maconha e cocaína.


A Polícia Militar, por meio da Companhia de Polícia de Turismo (CPTur), prendeu, nessa sexta-feira (17), duas jovens, acusadas de tráfico de drogas na Praça Nauro Machado, centro histórico de São Luís.

Acusadas de tráfico de drogas na Praça Nauro Machado, centro histórico de São Luís.
Ao serem abordadas, os policiais encontraram 5 petecas de maconha e 28 papelotes de cocaína. Rafaella Lago de Souza e Fernanda Lago de Souza foram encaminhadas para o Plantão Central do Cohatrac.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO JP
EDIÇÃO DE ANB ONLINE

"Por que a gente não pode mudar e continuar sendo índio?”, questiona campanha

Campanha do Instituto Socioambiental que debate preconceito é exibida na internet, cinema e televisão

“Nós somos os Baniwa, moramos no Alto Rio Negro na Amazônia. Andamos pelados, vivemos isolados, não conectados. Estamos sempre de cocar. Comemos com a mão. Cortamos o cabelo sempre igual. Não temos pátria nem religião, e o nosso único esporte é caçar, ou pelo menos era assim em 1500. E se tudo mudou, e você continua sendo homem branco, por que a gente não pode mudar e continuar sendo índio?”

O questionamento é feito por uma liderança indígena Baniwa no filme da primeira campanha publicitária "Menos preconceito, mais índio", desenvolvida pelo Instituto Socioambiental (ISA), lançada nesta semana. O vídeo é um convite para que a sociedade possa refletir sobre o fato de que os costumes dos povos indígenas, assim como os do homem branco, mudaram ao longo dos anos, mas nem por isso perderam sua identidade e seus direitos garantidos na Constituição.

Campanha foi filmada na comunidade indígena Baniwa, etnia que simboliza os povos indígenas no filme.
Para André Baniwa, um dos indígenas retratados no vídeo, a campanha traz à tona um problema pouco discutido no Brasil: o preconceito que os índios sofrem por terem incorporado hábitos ditos não-indígenas. Além disso, ele aponta duas causas que fortalecem o tema, uma é a falta de conhecimento de algumas pessoas, a outra é a disputa pelos seus territórios.

“Parece que a condição para ser índio é se pintar, andar pelado e viver na maloca, o que não é mais o atual. Então, é um preconceito, muita gente faz isso por não conhecer. Eu acho que dentro desse preconceito tem o desconhecimento, mas também tem a raiva, o ódio contra o indígena, principalmente pelas pessoas que querem tomar nossas terras, que veem a terra como um pedaço de ouro, porque aquele pedaço de terra vai lhe dar dinheiro, muita riqueza”, afirma.

A campanha foi filmada pela Pródigo Filmes na comunidade indígena do povo Baniwa, localizada no Alto Rio Negro, no município de São Gabriel da Cachoeira, estado do Amazonas. A região é conhecida como “cabeça do cachorro” e ali vivem 24 povos indígenas, entre eles os Baniwa, que protagonizam a campanha simbolizando todos os povos indígenas no Brasil.  

De acordo com a liderança indígena, mais de 90% das pessoas que moram em São Gabriel são índios, os Baniwa são apenas um deles. O Território Indígena Alto Rio Negro do povo Baniwa está situado as margens do rio Içana e lá vivem cerca de 6.400 pessoas, distribuídas em 93 aldeias e comunidades espalhadas ao longo do rio.

Exibição

O filme já está sendo exibido na internet. Para Adriana Ramos, coordenadora do Programa de Política e Direito do ISA, está havendo uma negociação com algumas emissoras de televisão de canal aberto para que campanha sem fins lucrativos posse ser veiculada. Ela afirma que a emissora SBT já confirmou a exibição dentro do canal. Nos cinemas, a campanha começou a ser exibida na última quinta-feira (16), em salas no Rio de Janeiro (RJ), em São Paulo (SP) e em Brasília (DF).

Ramos conta ainda que a campanha tem como objetivo mostrar para a sociedade brasileira que ser índio não significa estar isolado. Ela afirma que o instituto identificou que o tema era explorado por aqueles que são contrários aos direitos dos indígenas, e o preconceito era uma forma utilizada para colocar em dúvida a legitimidade dos direitos dos povos indígenas junto à sociedade.

“Acho que é a primeira vez que esse tema é tratado dessa maneira, de mostrar para a sociedade brasileira que ser índio não implica estar totalmente isolado, não se relacionar com a sociedade brasileira, ou seja, que indígenas mesmo estando conectados, sendo consumidores dos produtos da nossa sociedade, que eles continuam sendo índios e, portando, continuam tendo direitos aos seus territórios e todo o compromisso que a Constituição estabelece a eles”, argumenta.

Como a campanha foi publicada primeiro na internet, ela conta que está tendo uma receptividade positiva. “A gente vê comentários de pessoas inclusive agradecendo pela reflexão que a campanha propiciou, e a revisão dessa percepção, das pessoas dizendo que a campanha fez com que elas repensassem e vissem a questão indígena de uma maneira diferente. Então, a gente está muito satisfeita com o resultado”, conclui.

As informações são da repórter Lilian Campelo
Edição de Vivian Fernandes

Estudante de Direito suspeita por receptação de roubo é presa 

Carolina Cardoso da Cruz Carvalho foi presa na sexta (17) em São Luís.
Ela foi encaminhada para o Plantão Central no bairro Cajazeiras, na capital.

Uma estudante de Direito identificada como Carolina Cardoso da Cruz Carvalho, de 20 anos, foi presa na noite de sexta-feira (17), em São Luís, suspeita pelo o crime de receptação de roubo (ato que consiste em receber, em proveito próprio ou alheio, objeto ou produto de crime).

Material apreendido foi encontrado na casa da estudante de Direito em São Luís (MA) (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Material apreendido foi encontrado na casa da estudante de Direito em São Luís (MA) (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Segundo informações da polícia, a estudante foi presa na Rua Isac Martins, situada na área central da capital, após os policiais realizarem uma abordagem no local e constatarem que um dos veículos estacionados próximo à residência da suspeita era fruto de roubo, ocorrido no bairro Cohaserma.

De acordo com os policiais, a localização exata da casa da estudante só foi possível porque além do carro estava também, entre os produtos roubados, um aparelho celular que possuía GPS, o que facilitou a identificação da casa.

No interior da residência da estudante de Direito, a polícia encontrou diversos objetos que haviam sido roubados no bairro Cohaserma. Dentre eles estavam quatro aparelhos de TV, cinco aparelhos celulares, um tablet, um vídeo game, quatro notebooks, um conjunto de talheres, uma sanduicheira, uma fritadeira, três caixas de componentes para computadores, um aparelho de som para veículos, uma mochila, bolsa com objetos pessoais, cartões de crédito, joias e cinco relógios de pulso.

Carolina Cardoso da Cruz Carvalho foi presa em São Luís (MA) (Foto: Divulgação/Polícia Militar)
Carolina Cardoso da Cruz Carvalho foi presa e encaminhada para o Plantão Central situado no bairro Cajazeiras, em São Luís, onde ficará à disposição da Justiça.
Os policiais afirmaram que a estudante não soube explicar a origem dos objetos apreendidos e, apenas informou que eles pertenciam ao seu namorado reconhecido como Gutemberg Mendes Viegas. Os policiais acrescentaram ainda que Gutemberg já tem passagem pela polícia.

Carolina Cardoso da Cruz Carvalho foi presa e encaminhada para o Plantão Central situado no bairro Cajazeiras, em São Luís, onde ficará à disposição da Justiça.


AS INFORMAÇÕES SÃO DO G1MA
EDIÇÃO DE ANB ONLINE 

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