MARANHÃO GOVERNABILIDADE: FLÁVIO DINO ANUNCIA ALEX DE SOUSA NA FAPEMA

FLÁVIO DINO ANUNCIA ALEX OLIVEIRA DE SOUSA NA FAPEMA 

Flávio Dino acaba de anunciar mais um nome para compor a sua equipe de governo. O professor da Uema, Alex Oliveira de Souza, será o diretor-presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) a partir de 1º de janeiro. O anúncio foi feito pelas redes sociais nesta segunda-feira (10).


A Fapema está vinculada à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Alex Oliveira assumirá a Fundação com a diretriz de popularizar a Ciência e a Tecnologia no Maranhão, com a ampliação do acesso a pesquisadores, fomento à pesquisa no estado e promoção da transparência nas ações desempenhadas pela instituição. 

Alex Oliveira de Sousa: indicação para Fapema 
Será da Fapema também o cumprimento de uma das propostas listadas no Programa de Governo de Flávio Dino: investir na formação de Doutores, com a concessão de bolsas, e aplicar uma política de descentralização para atingir diferentes regiões do estado. Outra iniciativa será o Programa Inova Maranhão, com o incentivo de descobertas científicas e tecnológicas. 

Conheça o perfil do novo diretor-presidente:

ALEX OLIVEIRA DE SOUZA – Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema)
Alex Oliveira é doutor em Urbanismo pela Universidade Paris Est, mestre em Desenvolvimento Urbano pela Universidade Federal de Pernambuco e arquiteto e urbanista pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é professor adjunto da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), coordenador da Comissão de Pós-Graduação do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, professor do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sócio Regional e vice-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Maranhão. É consultor da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão, membro titular do Conselho Estadual das Cidades do Maranhão e tem atuação junto a movimentos sociais. Tem experiência na área de Planejamento e Projeto Urbano e Regional, com ênfase na construção de projetos em ambientes colaborativos, participativos e sustentáveis, atuando, entre os temas, com inovação Urbana e Sustentabilidade de Sítios Urbanos de Interesse Social, Cultural e Ambiental. Possui vários trabalhos publicados em anais de congressos, periódicos e livros.


Matéria enviada por Aline Louise e Camila Rocha da Assessoria de Comunicação de Flávio Dino. 

''Se o governo quiser, acaba com a bandidagem em 90 dias”, garante senador João Alberto

Blog do Daniel Matos

Em entrevista concedida ao repórter Marcial Lima, reproduzida no início da tarde desta segunda-feira, no programa Abrindo o Verbo, da Rádio Mirante AM, o senador João Alberto de Souza (PMDB) declarou que a redução da criminalidade que ora assola o Maranhão é uma questão de vontade política. Presente ao velório do médico Luiz Alfredo Guterres, assassinado ontem por bandidos que invadiram sua casa, no Jardim Eldorado, ele defendeu mais rigor das forças policiais e da Justiça no enfrentamento à violência e garantiu que, se quiser, o governo acaba com a bandidagem em 90 dias.

O senador João Alberto, mais conhecido como Carca: ''Se o governo quiser, acaba com a bandidagem em 90 dias''. 

João Alberto lamentou o avanço da violência, considerou a situação revoltante e disse não saber o que vai acontecer se não for dado um basta ao problema. “Todo cidadão de bem tem o direito de ir voltar para casa em paz. Não é uma meia dúzia de maus elementos que vai impedir”, disse, pregando a união das polícias Federal, Rodoviária Federal, Militar e Civil para enfrentar a bandidagem.

Regalias
O senador não poupou criticas às regalias concedidas aos bandidos nos presídios brasileiros, condenando, inclusive, os mutirões feitos pela Justiça para soltar presos. “Preso faz greve de fome porque quer comida melhor do que a que é servida na cadeia. Faz greve de fome para exigir uma cama nova depois de ter queimado a antiga. Isso precisa acabar”, advertiu.
João Alberto disse que a violência no Maranhão já extrapolou todos os limites e alertou que está na hora de devolver a tranquilidade aos cidadãos de bem do estado. “O marginal precisa ter a certeza de que o crime não compensa e de que todo ato de violência que ele promover será punido de forma exemplar”, bradou.
Pedrinhas
Assim como o ex-candidato ao governo e também senador Lobão Filho (PMDB) pregou durante a campanha eleitoral, João Alberto defendeu a implosão da penitenciária e das demais unidades prisionais de Pedrinhas, alegando que o complexo penal já não serve mais ao propósito para o qual foi criado. “Pedrinhas deve ser implodida e em seu lugar devem ser construídos novos presídios, mais modernos e com estrutura que não proporcione aos detentos as facilidades que eles têm hoje”, declarou, referindo-se ao uso de celulares, consumo e até tráfico de drogas no ambiente carcerário.
João Alberto lembrou que assim como as ações de governo na área social dependem de vontade política, o combate à violência deve seguir o mesmo princípio. “Se o governo decide construir mais casas populares e faz isso com determinação as coisas avançam. O mesmo deve acontecer com as políticas de segurança pública”, recomendou. “A violência nunca acabará, mas pode ser reduzida se houver determinação para enfrentá-la”, assegurou.

Prefeito Josemar empossa Comissão de Regularização Fundiária
O prefeito municipal de Paço do Lumiar, professor Josemar Sobreiro (PR) empossou, na manhã desta sexta-feira, 07, a Comissão de Regularização Fundiária do Município. A solenidade encerrou a programação do II Seminário de Agricultura e Pesca Familiar e I Semana de Agricultura e Pesca Familiar de Paço do Lumiar.
O grupo de trabalho é formado por representantes do poder público, legislativo e sociedade civil, que serão responsáveis em executar estudos e análises sobre regularização fundiária, diagnosticar as áreas que apresentam demanda por regularização, atuar junto a comunidades e entidades da sociedade civil organizada, no sentido de fomentar, otimizar e facilitar  a regularização fundiária, entre outras competências.
A representante da comunidade de Eugênio Pereira e membro do grupo, Maria do Carmo Marques Vasconcelos, elogiou o empenho do prefeito, Josemar Sobreiro e da sua equipe, para que a partir de hoje, as questões de moradia do município sejam resolvidas. “Convivemos há 9 anos temendo o despejo das mais de 700 famílias da Eugênio Pereira, mas a partir de agora, o poder publico nos auxiliará a resolver essa situação”, comemorou.
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Josemar Sobreiro afirmou que, através da regularização das comunidades que há anos esperam resolver o problema da moradia com a conquista do título de propriedade, o poder público poderá levar mais benefícios nas áreas da saúde, educação, no social e infraestrutura
O prefeito Josemar Sobreiro afirmou que, através da regularização das comunidades que há anos esperam resolver o problema da moradia com a conquista do título de propriedade, o poder público poderá levar mais benefícios nas áreas da saúde, educação, no social e infraestrutura. “Trabalhamos em prol das comunidades e todas elas devem ser tratadas com respeito e dignidade”, disse.
Josemar, na oportunidade, agradeceu a participação dos produtores rurais e pescadores durante os cinco dias do evento e disse que políticas públicas são feitas com trabalho, incentivo, diálogo e compromisso com a população. “Nossa equipe, em especial de Agricultura e Pesca está trabalhando para, cada vez mais desenvolver e fortalecer a atividade do agricultor familiar e do pescador artesanal”, afirmou.
Comissão - Compõem a Comissão de Regularização Fundiária, secretários municipais, vereadores e a comunidade, são eles: Bruno Leonardo Silva Rodrigues; Jackeline Silva Aguiar; Andreia de Lourdes Seguins Feitosa; Eloilson Santos Silva; Rosany Maria Cunha Aranha; Balbina Maria Rodrigues de Deus; Ivone Silva Oliveira; Kelly Cristine Louveiro Silva Bravim; Joel Luiz Souza dos Santos; Leones Costa dos Santos; Leonardo Bruno Silva Rodrigues; José Etelmar Carvalho Campelo; Antônio Rafael da Silva Júnior; Diogo Cabral Ribeiro; Luis Carlos Reis; Creuzamar de Pinho; Maria da Anunciação Santos Azevedo; Adenilson Pereira de Araújo; Maria do Carmo Marques Vasconcelos; Maria Domingas Gomes de Barros Costa; Maria da Conceição de Almeida Ferreira; Maria Divina dos Santos Nascimento; Werval Diniz da Silva; Benedito Sousa Prazeres, e Aurélio Petterson Galdês.

Matéria enviada por Coordenação de Comunicação da Prefeitura de Paço do Lumiar. 
SIOGE: PATRIMÔNIO DO MARANHÃO

Do retorno de um baluarte cultural no governo Flávio Dino

Paulo Melo Sousa*

Em matéria publicada neste jornal no dia 17 de outubro passado, o escritor Herbert de Jesus Santos, jornalista aguerrido e preocupado com a cultura maranhense, levantou uma importante bandeira, conclamando o futuro governador do Maranhão, Flávio Dino, a ressuscitar o antigo Serviço de Imprensa e Obras Gráficas do Estado – SIOGE, que foi largado às moscas pelos governos anteriores.

O prédio abrigava o maior parque gráfico do Maranhão, e prestou relevantes e incalculáveis serviços ao estado. Desativado desde 1997, o SIOGE funcionava em prédio localizado à rua Antônio Rayol, Centro Histórico de São Luís, e que se encontra, no momento, totalmente deteriorado, um crime patrimonial perpetrado contra o Maranhão. Situa-se ao lado do Mercado Central, outro logradouro público que se encontra literalmente, em petição de miséria.

Nesse contexto, é importante informar que o prédio no qual funcionou o SIOGE foi cedido pelo estado à Universidade Federal do Maranhão – UFMA, em acordo com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN. Segundo duas fontes fidedignas, em caráter irrevogável. Dessa forma, fica difícil a retomada do prédio pelo estado. No entanto, a proposta de reativação do SIOGE permanece de pé, pois independe do prédio em si. Outro imóvel pode abrigar o órgão, de preferência no Centro Histórico.

O SIOGE foi responsável pela efervescência editorial do Maranhão por anos; escritores e poetas pedem sua reativação. Flávio Dino mostrará interesse por este organismo importante da Literatura do Maranhão? 
Muita coisa apodreceu no rincão maranhense, resultado do descaso e da falta de visão de políticos míopes. Lembro-me que, em 1994, o meu primeiro livro de poemas foi publicado pelo extinto Plano Editorial SECMA/SIOGE, numa parce