"Parceria de crédito" já havia sido revelada pelo deputado Marco Aurélio

Atual7

Há um motivo especial para a viagem do vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSDB), aos Estados Unidos, onde permanecerá até a próxima quarta-feira (12).
Além de participar de um evento de educação na cidade norte-americana de New Hanen - única justificativa publicada no Diário Oficial do Estado pela Casa Civil -, o tucano irá tratar da amortização e carência de um empréstimo de R$ 100 milhões, em Washington, junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), assunto adiantado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) com dirigentes do BID desde o mês de janeiro.
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O vice-governador do Maranhão, Carlos Brandão: em busca de uma bagatela avaliada em R$ 100 milhões
Criado em 1959, o BID atua como fonte de financiamento à governos e instituições para apoiar projetos sociais e de desenvolvimento.
A "parceria de crédito" - termo cunhado pelo próprio comunista por vergonha de usar a palavra empréstimo - já havia sido revelada pelo vice-líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado estadual Marco Aurélio (PCdoB), ao anunciar o uso do dinheiro para o asfaltamento de ruas na cidade de Imperatriz.
- Basta verificar o empréstimo de mais de R$ 100 milhões que o governador teve que fazer, comprometendo justamente a condição orçamentária do estado - revelou o parlamentar, em resposta a um questionamento do deputado Adriano Sarney (PV).
Pela lei, para que um empréstimo desse porte se concretize, o Senado Federal precisa aprovar um projeto de resolução autorizando a negociação, tendo ainda o Tesouro Nacional como avalista.

Apenas 10% dos assassinatos no campo são julgados, afirma CPT

Brasil de Fato

Apenas 114 pessoas foram punidas em um período onde ocorreram mais de mil assassinatos; Na maior parte das vezes, não há sequer julgamento dos suspeitos
O relatório publicado pela Comissão Pastoral da Terra (CPT) sobre a violência no campo revela que, de 1.270 casos de homicídio registrados nas últimas três décadas, apenas 108 foram julgados, o que é menos de 10% do total.

Apenas 114 pessoas foram punidas em um período onde ocorreram mais de 1700 assassinatos. Na maior parte das vezes não há sequer julgamento dos suspeitos.
O Pará é o recordista no número de assassinatos em conflitos de terra no País. A região tem 645 vítimas fatais nos últimos 30 anos. Dos 429 casos (muitos abrangem mais de um homicídio), somente 22, ou 5% do total, foram a julgamento. Apenas 14 mandantes e três executores foram condenados, enquanto quatro mandantes e 16 executores, absolvidos.
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Ocorreram 840 assassinatos no Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e no território amazonense. Apenas 33 deles foram julgados, menos de 4%, e 43 pessoas, condenadas.
No Nordeste brasileiro, 424 pessoas foram mortas entre 1985 e 2014, enquanto somente 21 casos acabaram indo a julgamento e 48 acusados, entre mandantes e executores, condenados. No Centro-Oeste, foram 181 homicídios em conflitos de campo, 12 julgamentos e apenas 13 condenações (somente uma delas a um acusado de ter sido mandante).
Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina tiveram um total de oito julgamentos e oito condenações para 77 homicídios. Em território gaúcho o índice de solucionamento dos casos é ainda pior: foram 15 vítimas fatais no período e somente uma pessoa, executora de um dos assassinatos, condenada.
Em São Paulo, 17 pessoas foram mortas no período e somente um suspeito foi condenado. Rio de Janeiro e Espírito Santo, respectivamente com 16 e 36 assassinatos cada, tiveram um total de três executores e um mandante condenados.
Recordista no número de casos no Sudeste, Minas Gerais é o estado que mais julgou e condenou os responsáveis pelos homicídios no campo ocorridos no País. A unidade federativa levou a tribunais 25 dos 68 casos registrados (um total de 89 vítimas fatais), ou seja, 36,7%. Vinte e seis pessoas foram condenadas.
Como Marina Silva, Eliziane começa liderando as primeiras pesquisas
Do GI
Assim como começou a então candidata Marina Silva, na disputa pela Presidência da República, ocorre com a pré-candidata a prefeita de São Luís, Eliziane Gama (PPS).
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Assim como começou a então candidata Marina Silva, na disputa pela Presidência da República, ocorre com a pré-candidata a prefeita de São Luís, Eliziane Gama (PPS).
Ainda na pré-campanha e com o saudoso Eduardo Campos (PSB) figurando como nome certo na disputa, Marina aparecia bem nas intenções de votos. Ao substituir Campos, ela superou até a principal adversária, a então candidata Dilma Rousseff (PT).
Mas foi só começar a falar e mostrar que não tinha a menor experiência em gestão pública, sobretudo nos debates,  que tudo começou a degringolar.  Ao longo da campanha, Marina foi sendo desconstruída pela veemência da petista e pelo conhecimento em gestão pública por parte de Aécio Neves (PSDB).
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Holandinha já não dorme direito há um bom tempo
Abaixo, cenários da eleição de São Luís, colhidos pelo Instituto Conceito em pesquisa realizada entre os dias 1 e 2 de Março:
Espontânea
Eliziane Gama (PPS) 13,9%
Edivaldo Holanda Júnior (PTC) 11,4%
João Castelo (PSDB) 6,4%
Luis Fernando (SEM PARTIDO) 4,2%
Lobão Filho (PMDB) 2,8%
Bira do Pindaré (PSB) 1,7%
Neto Evangelista (PSDB) 1,7%
Roseana Sarney (PMDB) 1,4%
Ricardo Murad (PMDB) 1,1%
Roberto Rocha (PSB) 0,6%
Pedro Fernandes (PTB) 0,6%
Wellington do Curso (PPS) 0,3%
Estimuladas
Cenário 1
Eliziane Gama (PPS) 44,1%
Edivaldo Holanda Júnior (PTC) 18,2%
Roseana Sarney (PMDB) 9,2%
Cenário 2
Eliziane Gama (PPS) 42,8%
Edivaldo Holanda Júnior (PTC) 18,1%
Lobão Filho (PMDB) 11,7%
Bira do Pindaré (PSB) 8,1%

Duas décadas depois, “cara-pintada” e ex-presidente partilham escândalo


El País/Brasil

Em dezembro de 1992, o então líder dos "caras-pintadas" Lindbergh Farias celebrava com os colegas a renúncia do presidente da República Fernando Collor, alvo de um processo de impeachment por suspeitas de corrupção. Agora, pouco mais de duas décadas depois, os antigos rivais e hoje senadores Lindbergh (PT) e Collor (PTB) partilham o mesmo escândalo, citados na lista dos investigados políticos da Operação Lava Jato.


O petista Lindbergh Farias aparece na lista como suspeito dos crimes de de corrupção passiva qualificada e de lavagem de dinheiro. O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa disse em depoimento no âmbito de seu acordo de delação premiada que Lindbergh solicitou e recebeu 2 milhões de reais para sua campanha ao Senado, em 2010.
IRMÃOS DE ALMA Em dezembro de 1992, o então líder dos "caras-pintadas" Lindbergh Farias celebrava com os colegas a renúncia do presidente da República Fernando Collor, alvo de um processo de