Arnaldo Colaço já briga há dois meses em favor da população local que também entrou na luta.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

O líder oposicionista Arnaldo Colaço vem enfrentando um dos maiores desafios da sua vida como ativista social. Ele busca solução para um dos problemas mais graves já vivenciados pela população de São José de Ribamar nos últimos anos: o aumento da tarifa de água acompanhado da falta do produto na cidade balneária.
ENFRENTAMENTO NECESSÁRIO Arnaldo Colaço reúne multidão na cidade balneária ; ele briga pela acertada adequação na questão da água em São José de Ribamar 

A parceria duvidosa entre a Prefeitura e a empresa responsável por gerir o Setor não vem satisfazendo os ribamarenses a contento e, além desta realidade, compromete atualmente o planejamento familiar de milhares de famílias residentes no 
município. Tudo porque a cobrança da tarifa ou taxa de água em conta mensal aumentou de forma discrepante depois que a Odebrecht Ambiental assumiu a gestão em Ribamar.


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FIASCO E ARBITRARIEDADE A empresa opera com a estrutura da Caema dentro de um contrato realizado que  beira meio bilhão de reais; nenhum investimento foi feito até agora  
Arnaldo comprou a briga. Já visitou cerca de 40 bairros e diversas localidades com o intuito de mobilizar a população e forçar o adequado fornecimento de água, seguido do valor real a ser cobrado pela Empresa. A Odebrecht opera na cidade com a logística e a estrutura da Caema e ainda assim onerou sua atuação junto aos bairros ribamarenses. ''Não podemos aceitar que a população seja penalizada com a retirada das suas poucas rendas para pagar altíssimas contas para uma empresa privada'', justifica o oposicionista.

A vida em São José de Ribamar se tornou ainda mais difícil- Não bastasse a total ausência de saneamento básico em conglomerados habitacionais como os residências Nova Terra e Nova Era, assim como os demais, O Governo municipal e a Odebrecht vem dando de ombros com a visível insatisfação popular. A falta de esgotos nas casas e os raros poços de abastecimento são exemplos gritantes.
A INSATISFAÇÃO É GERAL Ribamarenses em reunião contra o aumento da conta de água em São José de Ribamar; eles não suportam mais a exploração da Prefeitura  
''É a luta contra o aumento das contas de água em São José de Ribamar que varia de 48 a 96%; a Prefeitura e a Odebrecht, em vez de realizarem  investimentos no setor de saneamento aumentaram as contas de água em um patamar nunca antes visto na história da cidade; é um abuso sem medidas e, antes de mais nada, eles deveriam investir para justificar qualquer cobrança e não cobrar para depois investir'', denuncia  Arnaldo Colaço.


Mulher afegã é obrigada a se casar com seu seu estuprador
Uma mulher afegã que foi forçada a se casar com seu estuprador e ter uma filha dele contou à emissora americana CNN como ela desistiu de todas as suas esperanças e sonhos para 'comprar' o futuro da filha. Conhecida apenas pelo nome Gulnaz, a mulher residente em Cabul tinha apenas 16 anos quando engravidou de seu agressor, conhecido como Asadullah --que também é casado com sua prima.
Mesmo que um estupro tenha levado à sua gravidez, os irmãos de Gulnaz diseram que não a autorizariam a voltar "envergonhada" para sua família. Como ela era solteira, um tribunal de Cabul a condenou a dois anos de prisão por "adultério à força" --posteriormente aumentado para 12 anos na sequência de um recurso.
"Eu não queria arruinar a vida da minha filha, então concordei em casar com ele"
"Eu não queria arruinar a vida da minha filha, então concordei em casar com ele"
A única esperança que Gulnaz tinha para reduzir a sentença era se casar com Asadullah, o que ela fez no início de 2013. Agora, ela está grávida de seu terceiro filho, mas insiste que só concordou em se casar com o estuprador para que sua primeira filha --chamada de Smile-- pudesse viver dignamente em meio à sociedade "tradicional" da capital afegã.
"Não queria arruinar a vida da minha filha, então concordei em casar com ele", disse ela. "Nós somos pessoas tradicionais. Quando caímos em desgraça, preferimos a morte a viver assim", acrescentou Gulnaz, recusando-se a olhar o marido nos olhos durante a entrevista.
Asadullah --que foi preso pelo estupro, mas que posteriormente teve pena reduzida-- não aparenta qualquer remorso em relação ao seu crime. "Se eu não tivesse me casado com ela de acordo com as nossas tradições, ela não poderia ser aceita de volta na sociedade", disse ele. "Seus irmãos não quiseram aceitá-la de volta. Agora, ela não tem nenhum desses problemas", acrescentou.
Fonte: Uol, em São Paulo

Cliente de plano de saúde tira roupa para protestar

Balneário Camboriú, SC - Um homem foi detido na tarde da penúltima  segunda- feira (23), por policiais militares sob a acusação de ato obsceno. Ele ficou completamente nu em um hospital particular da cidade.

O cliente, que não teve a identidade revelada, teria ido ao hospital Unimed para buscar o resultado de um exame, mas ao chegar na unidade de saúde foi informado de que o exame não havia ficado pronto.



O cliente, que não teve a identidade revelada, teria ido ao hospital Unimed para buscar o resultado de um exame
Revoltado, como forma de protesto tirou toda a roupa. Vários clientes e  funcionários ficaram presenciaram o ocorrido.

A Polícia Militar foi acionada, mas quando a guarnição chegou ao local o homem já havia se vestido e estava do lado de fora do hospital.  

A atendente do local se sentiu constrangida e ofendida  e vai representar judicialmente contra o homem.



Fonte: noticiasja
Moradores de diversos bairros ribamarenses caem em campo para consertar ruas destruídas pelo descaso da atual Gestão municipal.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

O caos na Infraestrutura de São José de Ribamar e o total esfacelamento das vias e ruas da cidade puseram os moradores dos bairros e comunidades locais sob a responsabilidade de consertar o que a gestão ausente do prefeito Gil Cutrim(PMDB)tratou de esbandalhar.

'O VERDADEIRO PREFEITO' Munícipe faz o papel da Prefeitura em São José de Ribamar no Maranhão; Infraestrutura esfacelada pela omissão de investimentos no Setor 
Imagem comum no município, os ribamarenses são vistos em diversas localidades com pá e carro de mão fazendo o trabalho que cabe à Secretaria de Obras da Prefeitura Municipal, fazer.

CHÁ DE SUMIÇO Ninguém sabe em São José de Ribamar aonde foram parar os milhões destinados aos serviços de Infraestrutura da cidade
Abandonada à própria sorte, a população encontra no descaso do Executivo municipal seu maior adversário. Principalmente na área dos serviços urbanos onde a falta de calçamento, pavimentação asfáltica e manutenção das avenidas e ruas é uma cruel e dura realidade. 

Moradores se reúnem com frequência para consertar as avenidas de Ribamar, onde o governo de Gil Cutrim não oferece mínimas condições de trafegabilidade a  transeuntes e condutores de veículos 

Não teve jeito. Os munícipes arregaçaram as mangas e caíram em campo. Tiram do próprio bolso para compra de material, mesmo tendo sido destinados nos últimos seis meses milhões para a feitura das vias da cidade e reparos nos perímetros. O dinheiro ninguém sabe aonde foi parar. 

Além do local da fuga, trechos da lateral da unidade estão sem proteção.


Dois dias após o resgate de quatro detentos do Centro de Detenção Provisória (CDP) do Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís, o G1 voltou ao local nesta terça-feira (7) e constatou que não só o local usado para a fuga continua sem cerca elétrica, mas vários trechos da lateral da unidade prisional também apresentam falhas.
O local utilizado para fuga desse domingo (5) foi o mesmo onde um muro havia sido derrubado por uma caçamba para facilitar o resgate de seis presos, em setembro de 2014. A parede foi reconstruída no dia seguinte, mas a estrutura continua sem cerca elétrica desde então.
Trechos da lateral do muro que cerca o CDP também estão sem proteção (Foto: Reprodução/ TV Mirante)
INDIFERENÇA EM PROL DA INSEGURANÇA A reportagem entrou em contato com a Secretaria Estadual de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) e, assim como nas solicitações anteriores, a assessoria não se pronunciou sobre o assunto.
A reportagem entrou em contato com a Secretaria Estadual de Justiça e Administração Penitenciária (Sejap) e, assim como nas solicitações anteriores, a assessoria não se pronunciou sobre o assunto.
O secretário de Segurança Pública do Estado Jeferson Portela já havia afirmado, em entrevista ao G1 concedida nessa segunda-feira (6), que o problema seria resolvido imediatamente.
“Não tem o que se esperar. São medidas administrativas de pronta-intervenção. Não tem o que esperar. Não pode, não tenho nenhuma dúvida ao falar isso”, afirmou Portela.
Oito criminosos chegaram em três carros e, atirando, subiram o muro dos fundos com uma escada. Eles usaram uma corda para que os quatro presos subissem para a fuga. Eles já haviam serrado as grades de uma das celas e aguardavam no pátio interno.
Um relatório mostra que, mesmo com informações sobre o plano de ataque à Penitenciária de Pedrinhas, a polícia não conseguiu evitar a fuga dos detentos. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, o sucesso da ação criminosa foi resultado de uma falha na intervenção policial.
Fonte: G1
Ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá é condenado

O ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá, José Nilton Marreiros Ferraz, foi condenado pela 2ª Câmara do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por descumprir decisão judicial da Justiça de 1º Grau, que determinava a reintegração de servidores públicos que ingressaram no quadro pessoal da Prefeitura daquele município nos anos de 2002 e 2003.

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O ex-prefeito de Santa Luzia do Paruá, José Nilton Marreiros Ferraz, foi condenado pela 2ª Câmara do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), por descumprir decisão judicial da Justiça de 1º Grau
Com a condenação, José Nilton Marreiros Ferraz teve os direitos políticos suspensos por três anos, está proibido de contratar com o Poder Público pelo mesmo prazo e terá que pagar multa civil correspondente ao valor de sua remuneração como prefeito municipal. 

Em sua defesa, o ex-prefeito suscitou a preliminar de cerceamento de defesa, alegando julgamento antecipado da causa. No mérito, sustentou a inexistência de ato ímprobo, ausência de má-fé e inexistência de desobediência da ordem judicial.