Olga concorreu em 2012 à Prefeitura local. Sua pré-candidatura vem sendo ovacionada pelos habitantes da cidade nos dias atuais.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

A pedagoga e médica veterinária Olga Calvet(PV), candidata em 2012 ao Executivo de Bacabeira, segue sendo a grande aposta dos habitantes daquela cidade para livrá-los de uma vez por todas dos desmandos do atual prefeito municipal, Alan Linhares (PCdoB). Alan faz uma gestão escandalizada por esquemas de corrupção e graves denúncias já expostas em diversas ações do Ministério Público maranhense.

População de Bacabeira é carente de programas sociais e políticas públicas
Segundo apurou a Agência de Notícias Baluarte, o nome e a representatividade social da médica no município, além de expressivos, vem marcando a esperança dos bacabeirenses de a partir de janeiro de 2017 terem, de fato,  uma administração pública compromissada com as aspirações populares e o bem-comum. Bacabeira é uma das muitas cidades do estado onde a ausência de programas sociais e políticas públicas é uma lamentável e triste realidade.

A pedagoga e médica veterinária Olga Calvet(foto) é a grande aposta da população de Bacabeira em 2016 
Vivenciando dias amargos e desassistida, a população do município, de acordo com lideranças comunitárias de Bacabeira, vê em Olga Calvet uma luz no fim do túnel. Sentimento de mudança que tende a se acentuar diante do visível descontentamento e a evidente revolta dos munícipes com o abandono da cidade.


Agora é aguardar os desdobramentos.  
TÁ CALOR? REFRESQUE-SE!





Ex-prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite, 25, é denunciada criminalmente pelo Ministério Público Federal. Ela é acusada de desviar milhões em verbas da educação.

A ex-prefeita de Bom Jardim, Lidiane Leite, o ex-marido Humberto Dantas e o ex-secretário municipal de agricultura, foram denunciados criminalmente pelo Ministério Público federal em razão de desvios de recursos federais destinados à merenda escolar, fraude licitatória e associação criminosa.

A denúncia se baseou na prática de crimes do desvio de R$ 239.324 de recursos federais destinados a merenda escolar (verbas oriundas do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE/2013), além de fraude licitatória e associação criminosa.
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Lidiane em pose ostentação: denúncia criminal do Ministério Público Federal
Como o caso corre em segredo de Justiça, o MPF requisitou o compartilhamento das provas para embasar futura ação de improbidade contra os denunciados, bem como solicitou o encaminhamento de cópia dos autos à Polícia Federal para instauração de novo inquérito policial para investigar outras irregularidades.
Improbidade Administrativa
A Prefeitura de Bom Jardim entrou com seis ações por improbidade administrativa no Fórum de Justiça da cidade, e outras seis representações criminais no Ministério Público contra a ex-prefeita Lidiane Leite. Segundo o coordenador da auditoria realizada nas contas da gestão Lidiane, em todos os setores foram encontradas irregularidades.
Bens bloqueados
A pedido do Ministério Público, a Justiça determinou o bloqueio dos bens da ex-prefeita até o limite de R$ 4 milhões e 100 mil por fraude em processos licitatórios para a contratação de empresa locadora de veículos e outro para  reformas em escolas na sede e na zona rural de Bom Jardim.
Entenda o caso
Lidiane Leite ficou presa por 12 dias no quartel do Corpo de Bombeiros do Maranhão (CBM), após se entregar na sede da Polícia Federal, em São Luís. Ela ganhou a liberdade depois que o juiz José Magno Linhares, titular da 2ª Vara da Justiça Federal no Maranhão, decidiu revogar a prisão preventiva da ex-prefeita.
Ela é investigada pelo desvio de verbas destinadas à educação e irregularidades encontradas em contratos firmados com “empresas-fantasmas”, mas a defesa nega que a ex-prefeita tenha praticado os atos.
Monitoramento
De acordo com a decisão da Justiça, Lidiane precisa ser monitorada por tornozeleira eletrônica, está proibida de frequentar a Prefeitura de Bom Jardim e só poderá se ausentar de São Luís, onde decidiu fixar residência, mediante autorização judicial. As medidas são para evitar a fuga dela, tendo em vista que ficou foragida por 39 dias depois de ter sua prisão decretada.
As informações são do Blog do Antônio
Edição da Agência Baluarte

Apenas Júnior Bolinha e José Miranda irão a júri popular

O Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) decidiu, em sessão extraordinária realizada nesta quarta-feira (2), despronunciar (tornar nula decisão que levaria os réus a júri popular) cinco acusados de participar do assassinato do jornalista Décio Sá. Apenas dois acusados tiveram julgamento em júri popular mantido. O Ministério Público ainda pode oferecer nova denúncias contra os impronunciados.
Os cinco impronunciados seriam julgados pelos crimes de homicídio e formação de quadrilha. São eles: os policiais Alcides Nunes da Silva e Joel Durans Medeiros, acusados de participar de reuniões para tratar do assassinato de Décio Sá; o capitão da Polícia Militar, Fábio Aurélio Saraiva Silva, o Fábio Capita, acusado de fornecer a arma do crime; Elker Farias Veloso, acusado de auxiliar assassino e quadrilha no assassino de Décio Sá; e Fábio Aurélio do Lago e Silva, o Bochecha, acusado de alugar a casa para o assassino.
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Júnior Bolinha irá à júri popular 
Tiveram mantidos os julgamentos em júri popular o suposto agiota José de Alencar Miranda Carvalho e o empresário José Raimundo Sales Chaves Júnior, o Júnior Bolinha. O primeiro aguarda julgamento em prisão domiciliar e, o segundo, continuará preso no Complexo Penitenciário de Pedrinhas.
Durante o julgamento, o desembargador relator José Luiz Almeida afirmou que a determinação não representa uma absolvição dos corréus que foram despronunciados, enfatizando que nos termos do artigo 414, parágrafo único, do Código de Processo Penal, “enquanto não ocorrer a extinção da punibilidade, poderá ser formulada nova denúncia ou queixa se houver prova nova”.
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José Miranda(camisa branca, à esquerda) também irá a júri popular
Aumento de pena
No total, 12 foram acusados de envolvimento no assassinato do jornalista. O assassino confesso do jornalista, Jhonathan de Souza Silva, teve a pena aumentada pelo TJ-MA em decisão divulgada no dia 18 de novembro. Ele havia sido condenado, em Fevereiro de 2014, a 25 anos e três meses de reclusão e teve a condenação elevada para 27 anos e 5 meses em regime inicialmente fechado.
No mesmo dia, foi anulado o julgamento de Marcos Bruno Silva de Oliveira, condenado a 18 anos e três meses de reclusão por garantir transporte e fuga do assassino. Agora, ele será submetido a novo Tribunal do Júri Popular.
Sobre a participação de Shirliano Graciano de Oliveira, o Balão, a TJ-MA considerou que não há, nos autos, indícios mínimos de participação dele na ação.
Do G1 Maranhão
Edição da Agência Baluarte

Eduardo Cunha autoriza o processo de impeachment de Dilma Rousseff

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, informou que autoriza a abertura do processo de impechment da presidente Dilma Rousseff. 

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