Mauro Sérgio Correia vinha há tempos lutando pela indicação 


‘Jogos de politicalha’ o levaram ao comando da Guarda Municipal de São José de Ribamar.


Ribamarenses não aceitam a nomeação.  


A nomeação de Mauro Sérgio Corrêa, conhecido como Corrêa, pelo prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, para comandar a Guarda Municipal causou indignação e revolta na corporação e nos ribamarenses que acompanham os movimentos do ex-presidente do Sindguarda por ascensão social.

Os integrantes da categoria ameaçam protestar ainda essa semana em frente à Prefeitura contra a nomeação do novo comandante, que segundo eles, está usando o cargo para perseguir membros da corporação e defender os interesses do Governo municipal na Guarda.

Segundo o presidente da Associação dos Guardas Municipais, Raimundo Pires, vários guardas já procuraram a entidade para denunciar a forma como estão sendo tratados pelo comandante Mauro Sérgio Corrêa. Hoje uma espécie de cabo eleitoral de Cutrim no município. 

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Correia(camisa azul-amarela) conseguiu o que queria: ele agora é Comandante da Guarda Municipal de São José de Ribamar
Ainda segundo o presidente, quem não “reza em sua cartilha” está sendo transferido de posto sem previa comunicação, conforme relato de um guarda que preferiu o anonimato, a fim de evitar represálias por parte do novo comandante.

Antes de assumir o comando da Guarda, Correia presidia o sindicato da categoria e foi alvo de muitas reclamações de guardas municipais pela forma como conduzia a instituição.

No ano passado um grupo distribuiu cartas contendo denúncias contra Mauro Sérgio Corrêa, que estaria usando o sindicato para perseguir um  guarda municipal e então tesoureiro da entidade.

Segundo os guardas que assinaram a carta, Mauro Sérgio afastou arbitrariamente o colega da tesouraria por ele ter se negado a assinar cheques para pagar a impressão de um jornal sem orçamento previamente aprovado.

O guarda foi afastado de suas funções por um ano e dois meses, só retornando graças a uma liminar obtida na 2ª Vara do Trabalho

Com informações do Blog do DM
Governadores aceitam acordo e estados terão carência de seis meses na dívida
Depois de três horas de reunião, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e representantes de 25 estados chegaram a um acordo para refinanciar a dívida das unidades da Federação. Os estados e o Distrito Federal terão carência de seis meses nas parcelas até dezembro. A partir de janeiro, as prestações terão descontos, que serão progressivamente reduzidos até julho de 2018.

Com o acordo, os estados terão 100% de desconto nas parcelas de julho até dezembro. A partir de janeiro, o desconto cai para dez pontos percentuais a cada dois meses, até ser zerado em julho de 2018, quando os estados voltarão a pagar o valor integral das prestações.

Os 11 estados que conseguiram liminares no Supremo Tribunal Federal para corrigir as dívidas por juros simples (somados ao estoque da dívida) aceitaram desistir das ações na Justiça e voltarão a pagar as parcelas corrigidas por juros compostos (multiplicado ao estoque da dívida). O que os estados deixaram de pagar à União nos quase três meses em que vigoraram as liminares será quitado em 24 vezes a partir do próximo mês.