Sindicato dos jornalistas vai recorrer à justiça sobre mudança em prisão do caso Décio

O Imparcial 

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Maranhão, Douglas da Cunha, irá recorrer à justiça sobre a decisão na manhã desta terça-feira (26/08) do desembargador, José Luís Almeida, que converteu em prisão domiciliar a pena do acusado de ter mandado matar o jornalista Décio Sá, em abril de 2012. 

 (DIEGO CHAVES/ OIMP)
Douglas Cunha(foto) não aceitou decisão da Justiça que põe em prisão domiciliar assassino do jornalista
Segundo Douglas Cunha, irá consultar ao departamento jurídico do sindicato e saber quais medidas tomar sobre a decisão do desembargador.

“Iremos saber qual o melhor remédio tomar para essa decisão, pois achamos muito estranho uma pessoa com a saúde muito debilitada, e cumprir pena em casa, se está doente, por que não decidir uma hospitalização vigiada”, disse o presidente.

José Alencer Miranda Carvalho, um dos acusados de mandar o jornalista Décio Sá, está preso no quartel do Comando Geral da Polícia Militar desde 13 de junho de 2013.

Bandido é morto por vigilante após tentativa de assalto

Do Jornal Pequeno 

Um bandido foi morto na noite desta segunda-feira (25) após uma tentativa de assalto a uma concessionária de motos, na Av. Jerônimo de Albuquerque, em São Luís. Um dos assaltante morreu após ser baleado, o outro foi encaminhado para a Unidade Pronto Atendimento (UPA) do Vinhais com um ferimento no braço.

(Foto: Divulgação)
O bandido tombou diante do vigilante
De acordo com a Ronda Tática Móvel (Rotam), um empregado da concessionária foi assaltado pelos dois homens ao sair do trabalho, tendo a chave de uma moto, a mochila e o celular roubados. Durante a tentativa de fuga, a dupla foi abordada pelo vigilante da loja que iniciou uma troca de tiros. Os dois bandidos foram atingidos.

O assaltante que morreu foi baleado no tórax, morrendo no local. O outro, um adolescente de 16 anos, sofreu um tiro no braço. O menor será conduzido para o Plantão Central da RFFSA, na Beira-Mar, onde o crime foi registrado pela vítima, que não se feriu.

O vigilante fugiu do local e ainda não foi encontrado.
Policial morre a tiros, após tentar conter ação criminosa de dois bandidos no Maiobão
Do JP
“A comunidade encontra-se de luto pelo óbito do subtenente, que morreu depois de tentar fazer o seu trabalho”, lamentou o comandante do 13º Batalhão da PM Major Diógenes, ao se referir à morte do subtenente da Polícia Militar Emiliano Alves Carneiro. Ele foi morto a tiros na manhã de hoje em uma panificadora situada no Maiobão, Região Metropolitana de São Luís.
Policial morre a tiros, após tentar conter ação criminosa de dois bandidos (Foto: TV Guará)
Policial morre a tiros, após tentar conter ação criminosa de dois bandidos no Maiobão(Foto: TV Guará)
De acordo com a polícia, o militar, que morava próximo ao local, chegou na padaria com amigos e, ao perceber que o local estava sendo assaltado, ele deu voz de prisão aos dois bandidos que reagiram disparando duas vezes contra o policial.

O militar chegou a disparar contra os bandidos acertando no pé de um deles. Os dois fugiram, mas logo foram apanhados por policiais nas proximidades do local. Foram encontrados junto aos bandidos, duas armas e a quantia em dinheiro roubada do caixa da padaria.

Os bandidos foram enviados para a Delegacia do Maiobão e, logo em seguida, recambiados para a Delegacia de Homicídios de São Luís. O militar Emiliano Carneiro chegou a ser atendido, mas não resistiu e morreu.
Em debate na Difusora, Flávio Dino afirma que conduziu processo em que Edinho Lobão era réu
A revelação de que Edinho Lobão foi interrogado por Flávio Dino em processo criminal foi o ponto alto do debate realizado ontem (25) na sede da TV Difusora. No terceiro bloco, em embate direto com Edinho Lobão, o ex-juiz federal Flávio Dino trouxe a informação de que conduziu um processo criminal contra o candidato do PMDB, quando este respondia a processo por irregularidades no repasse ao INSS dos impostos recolhidos de seus trabalhadores.

Segundo Dino, Edinho Lobão foi recebido em seu gabinete de juiz para prestar depoimento sobre as irregularidades no repasse da Rádio Curimã ao INSS, que estavam sendo investigadas na década de 1990. “O senhor deve se lembrar de que eu o recebi com muita educação em meu gabinete, quando eu era juiz federal e colhi seu depoimento”, disse. Flávio Dino foi juiz federal por 12 anos.

O candidato da coligação 'Todos pelo Maranhão', Flávio Dino conduziu o processo do candidato Edinho
Com apenas 3 candidatos e perguntas livres, o debate realizado na TV Difusora permitiu que os candidatos tivessem embates diretos. Líder nas pesquisas de intenção de voto, Flávio Dino falou sobre seu Programa de Governo. Com destaque para o Programa “Mais Médicos Estadual”, sobre o qual Flávio Dino fez questão de frisar a instalação da carreira estadual para os médicos que trabalharem no Maranhão.

Outro tema abordado pelo candidato de oposição ao grupo Sarney foi o Programa Água para Todos, que vem se destacando como a principal proposta do candidato e foi tema de um de seus primeiros programas eleitorais.

Edinho Lobão (PMDB) usou o debate realizado em sua emissora para trazer questões que considera importantes para diminuir a diferença de intenção de votos em relação a Flávio Dino. Na pergunta feita ao candidato do PCdoB, Lobão Filho voltou ao tema “comunismo”, postura esta que vem sendo duramente criticada pelos telespectadores.

Edinho Lobão, da coligação 'Pra Frente, Maranhão'': conduzido pelo adversário
Sob o ponto de vista das propostas, Edinho Lobão frisou logo no primeiro bloco um de seus programas que seria o “Alô, doutor”, para realização de atendimento médico por telefone. A proposta foi criticada por Flávio Dino e Antonio Pedrosa (PSOL), que destacaram que os problemas da saúde pública “não poderiam ser resolvidos por telefone”. Entre outras críticas, Dino afirmou que o programa proposto por Edinho fere o Código de Ética do Conselho Federal de Medicina.

Já Pedrosa utilizou o debate para tratar em especial de questões agrárias e fundiárias, destacando a produção agrícola de pequeno e médio porte.

Negócios com o Governo

Outra crítica feita por Dino ao candidato Edinho Lobão foi o uso de empresas suas para fazer negócios com o Governo do Estado, hoje administrado por Roseana Sarney, sua aliada política.

Outro questionamento feito por Dino foi quanto à posse da TV Difusora, que pertence a Edinho Lobão. Dino questionou a forma como Edinho Lobão adquiriu a TV Difusora. “Quando eu for governador, eu não vou usar a minha família para negócios no governo,” completou.



Matéria enviada por Assessoria de Imprensa da coligação 'Todos pelo Maranhão'.  

Corregedoria e Prefeitura vão intensificar regularização fundiária de São Luís

Em encontro realizado na sede da Corregedoria da Justiça, na manhã desta segunda-feira (25), a corregedora, desembargadora Nelma Sarney, firmou compromisso com o secretário de Habitação de São Luís, Diogo Lima, para iniciar um ousado projeto de regularização fundiária no Município de São Luís. Conforme dados da Secretaria de Urbanismo e Habitação, cerca de 60% das ocupações dos terrenos da capital estão irregulares.

A proposta tem como base o Provimento 18/2013 da Corregedoria da Justiça do Maranhão, órgão responsável por promover a regularização fundiária no Estado. Durante a reunião, foi apresentado o resultado do trabalho já realizado no Município de Imperatriz, local onde o processo de regulamentação está em curso e que servirá como modelo para são Luís.

A corregedora Neuma Sarney: parceria com Prefeitura visa intensificar regularização fundiária de São Luís
Nelma Sarney destacou que o projeto vai além de garantir um direito ao cidadão, pois é uma iniciativa das instituições participantes do projeto que vão garantir a promoção da cidadania. “É um trabalho gigantesco, mas estamos certos do compromisso assumido aqui hoje. Mais do que assegurar a norma constitucional, estamos trabalhando para a verdadeira promoção da justiça social em nosso Estado”, afirmou a corregedora.

A proposta de trabalho pretende congregar órgãos do Sistema de Justiça, como Defensoria Pública e Ministério Público, assim como secretarias municipais e estaduais, associações de moradores e Incra. Também é objetivo do projeto a extensão dos trabalhos aos outros municípios da Ilha de São Luís, gerando oportunidade para que as pessoas possam regularizar suas áreas por meio de processo administrativo.
Para Diogo Lima a maior dificuldade encontrada hoje para regularizar os terrenos na Ilha é o grande volume de imóveis, são cerca de 330 mil terrenos com necessidade de regularização. “Nosso objetivo é criar uma comissão interinstitucional com representantes de diversos órgãos para desenvolver o acompanhamento do processo de regularização fundiária em curso, provendo o processo de todo suporte jurídico e técnico necessário”, esclareceu Lima.

Uma outra reunião será agendada para assinatura de um termo de cooperação entre as instituições parceiras e para definição da sistemática de trabalho a ser seguida. Neste encontro, um grupo de  trabalho será montado com a finalidade de dar prosseguimento aos trabalhos dos projeto.

Participaram da reunião a juíza corregedora Oriana Gomes, responsável pelo acompanhamento dos trabalhos cartorários no Estado; a cartorária Evelise Crespo, do 8º Cartório de Notas de São Luís; e a juíza Luzia Nepomuceno, da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís.




Matéria enviada por Assessoria de Comunicação da CGJ. 

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