Brasileiro é preso com cerca de 45 quilos de cocaína no aeroporto de Lisboa, em Portugal

Um brasileiro de 28 anos ainda não identificado foi preso no aeroporto de Lisboa, em Portugal, com 44,9 quilos de cocaína. A prisão, que foi feita na semana passada, foi informada oficialmente pelo governo português às agências EFE e AFP. O Itamaraty informou que tomou conhecimento do caso, mas ainda não recebeu nenhum comunicado oficial no consulado da capital portuguesa.

Em nota, o governo de Portugal informou que a droga estava escondida em sacos de pó de café que foram despachados em duas malas. Essa foi, de acordo com o conjunto de ministérios que assina o comunicado, “uma das maiores apreensões realizadas nos aeroportos portugueses pela autoridade tributária”. Ainda não há informações sobre o destino final do brasileiro com a carga, que embarcou em um voo de Belo Horizonte, em Minas Gerais, para a capital portuguesa.

Homem foi detido no aeroporto de Lisboa, o principal de Portugal
E SE FOSSE NA INDONÉSIA? Homem foi detido no aeroporto de Lisboa, o principal de Portugal Foto: Divulgação / Aeroporto de Lisboa

Segundo o Itamaraty, o governo brasileiro só pode agir após ser notificado oficialmente, seja pelas autoridades portuguesas ou pelo próprio suspeito, caso entre em contato com o consulado. O ministério de Relações Exteriores informa ainda que não sabe sequer o nome do homem que foi detido.

De acordo com a alfândega do aeroporto de Lisboa, a quantidade de cocaína aprendida era suficiente para “a distribuição de pelo menos 224 mil doses individuais” da droga. Para o governo português, a apreensão é resultado do investimento em segurança nos aeroportos do país, que virou rota para traficantes internacionais. Dados oficiais dão conta de que, em 2013, 2,5 toneladas de cocaína foram apreendidas em portos e aeroportos de Portugal.

A deputada Eliziane Gama (PPS) chutou o balde  e rompeu de vez com sua indicada para a secretaria de Cultura, Ester Marques. A deputada foi ao Palácio dos Leões pedir a substituição da secretária que foi indicada por ela mesma.
INDICADA PELA POLITICALHA Ester Marques conserva sarneysistas na Secma sob a orientação de Roberto Costa; Elisiane se arrependeu 
A deputada reclama por não ser atendida por Ester há mais de uma semana.
Segundo fontes do Blog, o clima está tenso entre as duas há alguns dias. Eliziane tenta emplacar nomes na secretaria do segmento religioso na secretaria que tem desagradado Ester, que quer pessoas da área de Cultura Popular. 
USANDO A PASTA PARA FAVORECER ALIADOS Elisiane Gama tenta emplacar  amigos em cargos da Secretaria, mas Roberto não deixa; o imbróglio ficou feio 
O governador Flávio Dino está em Brasília e ainda não se sabe o que será feito. Mas a tendência é que o governador tente contornar a situação e manter a titular da pasta.
Fonte: Blog do Clodoaldo Corrêa 

Ex-secretário de Esportes e Lazer vem utilizando a tática Capachão para conseguir voltar ao poder

O ex-secretário de Esportes e Lazer do governo Roseana Sarney, Joaquim Nagib Haickel, voltou a utilizar seu perfil pessoal no microblogging Twitter para criticar o governo da peemedebista e elogiar o governo do comunista Flávio Dino.

Fora do poder desde o fim da oligarquia Sarney, Haickel vem buscando aproximação com Dino em busca de uma boquinha no governo por meio da técnica de Capachão, espécie de adulador com fim interesseiro, tão bem representada há alguns anos por um dos cachorros do programa infantil TV Colosso, da Rede Globo.

CUSPINDO NO PRATO QUE JÁ COMEU O ex-secretário de Esportes, Joaquim 'Cineasta' Haickel em seu microblogging: ''A vantagem do atual governo, é q com apenas 1 mês, ele ainda tem muito tempo para corrigir o rumo. O antigo teve 14 anos e ñ o fez!''
Além do emprego, o ex-secretário de Roseana tenta ainda evitar a autoria prometida pelo governador do Maranhão em todas as Pastas que atrasaram ou não entregaram obras já pagas com dinheiro público.

- Um alerta às empresas contratadas pelo governo: vamos buscar ressarcimento em casos de obras mal executadas, por pressa ou outras razões. Quem trabalha corretamente será respeitado. Quem for cúmplice ou agente de malfeitos pode ter certeza de que a lei será cumprida - avisou Dino.


Palco de diversos campeonatos e torneios de natação, piscina do Complexo Esportivo do Castelinho virou monumento ao descaso e à incompetência
NA GESTÃO DO JOAQUIM O Parque Aquático do Complexo Esportivo do Castelinho, lugar que já recebeu grandes competições estaduais e até nacionais, em estado de completo abandono.
Durante sua passagem pelo Esportes, além de suspeitas de superfaturamento em obras, Joaquim Haickel atrasou em mais de dois anos a entrega do Ginásio Costa Rodrigues, e deixou o Parque Aquático do Complexo Esportivo do Castelinho, lugar que já recebeu grandes competições estaduais e até nacionais, em estado de completo abandono.


Do Atual 7 com edição de ANB Online 

Ex-panfleteiro compra escola do patrão e fatura R$ 24 mi com aula de games

Larissa Coldibeli
Do UOL, em São Paulo

Alessandro Bomfim, 37, protagonizou uma virada. De entregador de panfletos de uma escola de informática no Rio de Janeiro, ele se tornou o dono do negócio, modernizou as aulas e criou uma rede, a Saga, que faturou R$ 24 milhões em 2014. Entre os cursos oferecidos estão computação gráfica e desenvolvimento de games.
Antes, ele foi office-boy, entregador de pizza, balconista, auxiliar de serviços gerais, entre outros bicos que o ajudavam a sobreviver enquanto lutava pelo sonho de se tornar cantor de funk. Mas foi distribuindo panfletos, em 1997, que as portas se abriram. Ganhando R$ 10 por dia como freelancer, ele já se destacava ao atrair muitos alunos e foi chamado para integrar a equipe fixa da escola.
Como queria ter liberdade de horário para poder levar suas músicas às rádios, recusou a proposta. Mas, cerca de um ano depois, sem resultados no mundo da música, resolveu se dedicar mais ao emprego e aceitou o cargo de vendedor externo. Com bom desempenho, logo virou gerente de vendas e, depois, gerente-geral da escola.
Alessandro Bomfim, 37, protagonizou uma virada. De entregador de panfletos de uma escola de informática no Rio de Janeiro, ele se tornou o dono do negócio, modernizou as aulas e criou uma rede, a Saga, que faturou R$ 24 milhões em 2014
À frente da gestão, sentia necessidade e vontade de promover mudanças. "Eu dava várias sugestões, principalmente no perfil dos cursos, mas os donos não aceitavam, eram muito fechados", afirma.

Primeira medida como patrão foi abolir aulas de Power Point

Em 2002, ele se juntou a dois amigos --um deles, sócio-investidor-- e fez uma oferta para comprar a escola. O investimento na época foi de cerca de R$ 90 mil, mais o pagamento de algumas dívidas da empresa. Sua primeira ação como dono foi abolir o curso genérico de informática, que ensinava a usar programas como Power Point e Excel, e criar o de computação gráfica, mais especializado.
"Era uma linha totalmente diferente do que o mercado nacional estava aplicando naquele momento", declara. A estratégia se mostrou correta e logo Bomfim inaugurou filiais em São Gonçalo (RJ) e em São Paulo (SP).
Em 2009, atento ao mercado internacional, ele identificou outra tendência: ensinar mais embasamento artístico, não apenas a mexer nas ferramentas. "Comecei a implementar isso, mas percebi que exigiria uma grande reformulação dos cursos. Então, resolvemos mudar tudo, inclusive o nome da escola, para virar, de fato, uma escola de arte digital", declara.
Hoje, a Saga oferece cursos de computação gráfica, de desenvolvimento de jogos em 3D, de maquetes eletrônicas e de personagens 3D. As mensalidades variam de R$ 270 a R$ 550. Há unidades em Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), Guarulhos (SP), Recife (PE), Salvador (BA) e São Paulo (SP).
Embora forme mão de obra para o mercado, 99% dos alunos são adolescentes entre 13 e 16 anos interessados no mundo digital, segundo Bomfim. Mais de 12 mil alunos já passaram pela escola. Desde 2011, a Saga tem parceria com a Gnomon School of Visual Effects, escola de efeitos especiais de Hollywood. 

Concorrência e dólar alto são desafios atuais

Embora tenha alcançado o sucesso, a saga de Bomfim continua. Hoje seus desafios são a concorrência e o dólar alto. "O mercado hoje está mais difícil, por isso, procuramos sair do tradicional eixo Sul-Sudeste. Temos duas unidades no Nordeste e pretendo abrir uma na região Norte. Como trabalhamos com softwares originais e importados, sofremos com a alta do dólar", diz.
Para o especialista em inovação Valter Pieracciani, sócio da Pieracciani Desenvolvimento de Empresas, o ramo exige que o negócio se reinvente o tempo todo para acompanhar as mudanças tecnológicas e econômicas. Segundo ele, uma oscilação do mercado pode fazer as famílias cortarem gastos extras com cursos extracurriculares.
"Frases como 'em time que está ganhando não se mexe' e 'sempre fizemos assim e funcionou' devem ser abolidas do mundo dos negócios. Hoje, as empresas aprendem fazendo. Se fizer bem feito e o cliente perceber valor naquilo, ele vai pagar."
METENDO O BICHO NO GOVERNO DE FLÁVIO
Rodrigo Lago emprega o sócio na Transparência e Controle do governo Flávio Dino

Marcos Caminha mantém sociedade com o secretário no escritório Lago e Caminha Advogados. O outro sócio de Rodrigo Lago, Valdênio Caminha, também foi empregado no governo estadual

Do Atual 7 com edição da Agência Baluarte