CASO DÉCIO SÁ:REVISTA CARTA CAPITAL DESTACA ASSASSINATO DO JORNALISTA






A SANGUE FRIO


POR MATHEUS PICHONELLI
Da Carta Capital

 


O ar-condicionado do plenário Nagib Haickel não arrefecia a tensão entre os deputados maranhenses reunidos na sessão de quarta-feira 25. Dedos em riste, levavam para a sala climatizada a temperatura de uma manhã quente e abafada, típica do outono em São Luis. O motivo era a votação de um projeto para batizar uma avenida da cidade com o nome de Jackson Lago, o ex-governador morto no ano passado e que durante anos combateu a família Sarney – um projeto que em qualquer outra parte do mundo seria tema para vereadores, e não deputados.

A aprovação da homenagem seria uma afronta ao padroeiro, representado ali pela base aliada da filha, a governadora Roseana (PMDB), e pelas palavras de sua lavra cravadas na parede frontal do plenário: “Não há democracia sem Parlamento livre – José Sarney”.

Não parecia o mesmo plenário que, um dia antes, levou praticamente toda a Assembleia Legislativa do Maranhão a vociferar contra o ato de barbárie cometido contra Décio Sá, o blogueiro mais conhecido do Maranhão – e, até a noite de segunda-feira 23, um jornalista praticamente intocável.


O crime acontece exatos 15 anos após a morte de um delegado, Stênio Mendonça, que chocou a população maranhense e deu início à CPI do Crime Organizado – e anos depois resultou em prisões e na cassação de deputados maranhenses. Pura ironia: foi durante a cobertura da CPI que Décio e outros jornalistas da mesma geração, formados na metade dos anos 1990 na Universidade Federal do Maranhão, consolidaram o nome da mídia local.



A indignação dos deputados deu espaço, no dia seguinte, à acalorada discussão sobre o nome da avenida. Aquela bolha de ar climatizado a tapear a alta temperatura afora era só o primeiro sinal do descompasso entre a realidade e a política da região.




Uma volta de dez minutos por São Luis é suficiente para perceber que havia assuntos mais urgentes a serem discutidas no plenário: da saída do aeroporto até a avenida Litorânea, onde o jornalista foi alvejado, o índice de desenvolvimento humano oscila como se o veículo circulasse entre o Sudão e a Suécia em poucos minutos.





Fora do belo prédio espelhado da Assembleia, a preocupação não era com os nomes a serem colocados na avenida: era a ação de grupos de extermínio a um estado já assolado pela miséria e insegurança.



O estado emprega um policial para cada grupo de 800 habitantes (a média brasileira é de um para 300). No campo, onde a atuação policial é ainda mais limitada, a situação chega a ser assustadora: nas contas da Comissão Pastoral da Terra, nada menos do que 85 pessoas estão hoje ameaçadas de morte em razão de conflitos agrários em 29 municípios. No estado, 121 pessoas foram assassinadas desde 1985. Até hoje, apenas dois casos foram julgados, e nenhum dos mandantes está preso.


Crimes por encomenda




O caso de Décio se somou a uma série de assassinatos ocorridos desde outubro do ano passado. Naquele mês, um empresário foi morto por reagir a uma tentativa de grilagem de um terreno de sua propriedade numa das áreas mais valorizadas de São Luis. Com um tiro na nuca, foi encontrado enterrado numa cova rasa aberta em seu próprio terreno.


Pouco depois, dois irmãos, empresários de um grupo petroquímico, foram mortos por um motoqueiro que fugiu. Cerca de 15 dias atrás, um suposto traficante conhecido como Rato 8 (em referência aos oito assassinados dos quais era suspeito) morreu numa emboscada montada por homens armados dentro de um carro a cortar a mesma avenida onde Décio seria alvejado.

Outro crime da série foi registrado no município de Buriticupu, onde o líder rural Raimundo Borges foi morto com cinco tiros disparados por um motoqueiro. Em nenhum caso os mandantes ou executores foram presos, embora a polícia garanta que as investigações estejam avançando.
''Isso virou uma prática comum. Agora todos se deram conta da situação porque aconteceu com o Décio, uma pessoa conhecida da cidade'', afirma Diogo Cabral, advogado da CPT e secretário da Comissão de Direitos Humanos da seccional maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil.





Capa da revista Carta Capital:enfoque da reportagem sobre o jornalista passa pela realidade social do Maranhão


Dessa vez os tiros acertaram um aliado do grupo que se reveza no poder do estado há pelo menos 40 anos. Décio Sá era notadamente um jornalista alinhado com a família Sarney – à boca pequena, colegas contam que ele era o único jornalista do estado a ter acesso à área VIP de Roseana Sarney na Sapucaí durante o desfile em homenagem a São Luis feito pela escola samba Beija-Flor.



Ex-correspondente da Folha de S.Paulo e depois colunista de O Estado do Maranhão, o diário da família Sarney, Décio colecionava inimigos devido à exposição de uma certa incontinência verbal em seu blog, um dos primeiros do estado. Por causa dele, transformou-se em persona non grata em muitos círculos – que, no Maranhão, se agrupam de forma bem delineada entre os amigos e inimigos dos Sarney.
No ano passado, não ousava aparecer na Assembleia Legislativa, onde policiais em greve acampavam como protesto. De sua trincheira, Décio emendava petardos em direção aos grevistas, que podiam ver o diabo na frente, mas não o blogueiro. Da mesma forma, evitou acompanhar o resultado da eleição para governador em 2006, quando Jackson Lago foi eleito. Do lado de fora do Tribunal Regional Eleitoral, cabos eleitorais prometiam uma surra no blogueiro caso aparecesse.


O jornalista Wilson Lima, repórter do portal iG e ex-correspondente de diversos veículos no Maranhão, conta que Décio era personagem até de charges publicadas nos jornais locais. Tudo por conta de seu perfil perfil “folclórico”. Numa delas, era retratado como um “homem-bomba” – um de seus bordões, ao fechar uma apuração, era que iria “detonar” determinado alvo.


Recentemente, Décio comprou briga até com os ex-colegas da Folha, atuando, segundo relato do próprio jornal, para derrubar a pauta dos repórteres que desembarcavam na capital maranhense em busca de noticias contra a família Sarney.

Em seis anos, se aproximou como pode do clã, mas colecionou inimizades pontuais a cada novo post. Nesse tempo, ele comprou briga até com cego que não era cego – quando revelou que um funcionário do Tribunal de Justiça havia passado em concurso na cota de deficientes alegando ser cego, o que Décio jurava de pé junto não ser verdade.

Décio era, segundo os colegas, uma pessoa bem relacionada mas de poucos amigos. Costumava ir para os bares sozinho para tomar suas long necks e estender o expediente por meio de telefonemas que só cessavam na madrugada. Um de seus favoritos era o Bar Estrela do Mar, onde foi morto. Ali, entre um telefonema e outro, ele costumava digladiar com as patas de caranguejos servidos com vinagrete e arroz de toicinho.


Medo




A reportagem de CartaCapital visitou o bar 36 horas após o crime. Apesar do clima de tranquilidade, ninguém ali parecia disposto a falar sobre o caso: a atendente baixava a cabeça, sem olhar para o repórter, quando questionada em qual mesa Décio estava sentado quando morreu. Em plena hora do almoço, o restaurante, um simpático quiosque aos pés da praia, estava vazio. O único movimento era de curiosos a diminuírem a velocidade ao passar pela avenida – e o alvoroço dos funcionários ao se reunir em frente ao aparelho de tevê para ver a fachada do estabelecimento estampada no noticiário.

Casqueiro (a versão maranhense para “marrento”), como descrevem os colegas, Décio não relatou, nos últimos dias, qualquer menção às ameaças. Estava acostumado a desdenhar os comentários mais acirrados que recebia em sua página eletrônica.

Décio tinha as costas quentes. Prova do prestígio do jornalista, capa dos principais jornais do Maranhão no dia seguinte, é que minutos após os disparos, o Bar Estrela do Mar já estava cercado de jornalistas e autoridades, entre elas o próprio secretário de Segurança Pública, Aluisio Mendes. A promessa de revide veio poucas horas depois, quando, dizendo-se chocada, Roseana prometeu capturar os autores do “ato de barbaridade”. Recuperando-se de cirurgia em São Paulo, Sarney pai também se manifestou. Mesmo convalescente, condenou a atrocidade (ele não citou as demais vítimas do desmando no estado) e declarou: o crime “atentava contra a democracia”.

Desmoralizada, a polícia prometeu um prêmio de cem mil reais para quem encontrasse o autor dos disparos. Não explicitou o assassino deveria ser encontrado vivo ou morto.


Conflitos de terra. Queima de arquivo, vingança, “bode expiatório”. O que não faltam, em São Luis, são palpites sobre as razões do assassinato. Em seus últimos posts, o blogueiro havia noticiado irregularidades na prefeitura de Turilândia, a prisão de assessores do Tribunal de Justiça, irregularidades em prefeituras do interior e a suposta participação de parlamentares em exploração sexual.



Mas a hipótese mais provável, levantada pelos próprios colegas de trabalho, é que a morte esteja relacionada indiretamente ao universo dos conflitos agrários. Dias antes de ser morto, Décio havia publicado reportagens contra um empresário de Barra do Corda, cidade do interior maranhense, suspeito de assassinar um líder rural. O empresário é filho do prefeito da cidade e iria a júri se não fosse uma estranha notícia publicada na véspera pelo blogueiro: quase todos os integrantes do júri eram ligados à família do acusado.

A publicação, com nome e “parentesco” dos jurados, melou o julgamento, afinal transferido para a capital – onde imagina-se que o empresário terá menos chances de sair ileso.

Quando foi atingido, Décio falava ao telefone com o vice-prefeito de Barra do Corda, Aristides Milhomem. Não parecia preocupado com possíveis ameaças: sentado numa cadeira do corredor próximo ao banheiro, estava desprevenido, de costas para a avenida, à espera de dois amigos: o também blogueiro Luis Cardoso (anti-Sarney) e o suplente de vereador Fábio Câmara, assessor da secretaria de Saúde do Maranhão. Entretido ao telefone, Décio não deu importância ao sujeito que desceu de uma moto à sua procura. Sem capuz ou óculos escuros, o que leva a polícia a suspeitar de que fosse um forasteiro, o assassino percorreu o corredor estreito do bar e conferiu onde estava o alvo. Passou por ele na ida ao banheiro. Na volta, deixou a encomenda: seis tiros disparados com uma pistola calibre 40, de uso da polícia. Em seguida, fugiu a pé, protegido pela ausência de câmeras de monitoramento ou policiamento.


Para despistar, cortou os barrancos de areia que serpenteiam a avenida e escondem os luxuosos prédios de uma área nobre encravada num bolsão de pobreza. Por ali, as únicas testemunhas eram um grupo de evangélicos a rezar no morro àquela hora da noite.


Ao saberem do burburinho sobre a morte do blogueiro, a reação de vários colegas foi a mesma: pegaram o telefone para tentar checar a notícia com a própria fonte.
Foram longos minutos em que o aparelho, de uso pessoal, vibrou e berrou em vão numa mesa do restaurante: aos 42 anos, Décio estava ao chão, com o rosto e o peito cravejado de tiros.


Morreu em combate: em uma das mãos, um outro celular, usado para trabalho, estava colado ao ouvido.


Instinto. A morte a tiros do jornalista, dentro de um bar de uma das mais movimentadas vias de São Luis, deixou desnorteado o grupo de repórteres políticos da região. A sensação, resumida por um deles, era: “se ele, que era querido pelos Sarney, morreu, imagine nós”.

O medo uniu, talvez pela primeira vez, sarneyzistas e oposição.

Marco Aurélio D’Eça, blogueiro e colunista político de O Estado, conviveu com Décio nos tempos de juventude, no bairro João Paulo, e, anos mais tarde, na faculdade, nas redações e bares para ouvir rock às sextas-feiras. As esposas são amigas e tiveram filhos na mesma época – a mulher de Décio está grávida novamente.

Segundo D’Eça, a morte do colega deixou em alerta o grupo de blogueiros do estado, formado por cerca de dez profissionais que, sozinhos e com estilo próprio (embora ligados a seus grupos), somam mais audiência que qualquer publicação local.
“Vou te dizer: estou com muito medo”, diz o jornalista. “No jornal, nunca recebi processos. No blog, em poucos anos já recebi cinco. Sem contar as ameaças: gente dizendo que sabe quem você é, o que faz, onde anda.”


Apesar do medo, Gilberto Léda, também blogueiro e repórter de política, é quem resume o espírito da imprensa maranhense após o golpe: “Todos estamos assustados, nossos amigos e familiares pedem para a gente ter cautela. Mas a tendência é não desanimar. Quando a gente escolhe essa profissão, sabe dos riscos. Corremos riscos por puro instinto”.



No Maranhão, em que pese a influência das oligarquias no jornalismo, este instinto é quase um ato de coragem: os assassinos, estejam onde estiverem, estão soltos, protegidos e prontos para a próxima.

Com informações de ANB Online.






Prefeito de Bacabeira sofre acidente na BR-135


Do Imirante


O prefeito do município de Bacabeira, José Venâncio Correa Filho, sofreu um acidente na BR-135 no trecho do povoado Periz de Cima na madrugada deste sábado (28).

Prefeito José Venâncio: um quase lhe salvou da morte pública e física

José Venâncio foi trazido para São Luís e está internado em um hospital particular. O prefeito teve escoriações no corpo e um profundo corte na cabeça. Segundo os médicos, o quadro de saúde dele é considerado estável e sem risco de morte.

De acordo com testemunhas, o prefeito estava em uma caminhonete e capotou o veículo quando voltava para casa. Ele teria recebido uma ligação de que sua residência estaria sendo assaltada.




Com informações de ANB Online.

PEDIU PRA SAIR:VEREADOR DE ESTREITO PERDE OS DIREITOS POLÍTICOS



TJ confirma perda de direitos políticos de vereador de Estreito

 

A decisão mantém a sentença de 1º Grau, proferida pelo juiz Gilmar de Jesus.


Do blog Neto Ferreira


A 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Maranhão manteve, por unanimidade, a suspensão dos direitos políticos do vereador de Estreito, Eriberto Carneiro Santos, pelo prazo de oito anos, período em que ficará proibido de estabelecer contrato com o Poder Público ou dele receber incentivos fiscais ou creditícios.


Eriberto Carneiro Santos: tribunal mantem vereador afastado do cargo

A decisão mantém a sentença de 1º Grau, proferida pelo juiz da 1ª Vara da Comarca de Estreito, Gilmar de Jesus Everton Vale, que condenou o parlamentar por improbidade administrativa. De acordo com denúncia recebida pelo Ministério Público estadual (MPE), Santos é um dos nove parlamentares acusados de dividir o valor de R$ 198 mil referente a sobra de repasse mensal da Prefeitura de Estreito para a Câmara Municipal, em 2009. Com a quebra de sigilo bancário, feito por determinação judicial, o órgão ministerial comprovou a acusação de que cada um dos envolvidos recebeu um cheque de R$ 22 mil a título de “verba de gabinete”, sem previsão legal para tanto e utilizando esse montante em proveito próprio.

Defesa – Em recurso, Santos arguiu em sua defesa a presunção de inocência, ausência de provas e necessária aplicação do princípio da insignificância, entre outros questionamentos. Sustentou, ainda, que o recebimento dos valores ocorreu de boa-fé, inexistindo enriquecimento ilícito já que o valor foi devolvido antes mesmo do ajuizamento da presente demanda. Em antecipação de tutela, ele pediu o retorno às funções de vereador, com o acolhimento das preliminares suscitadas para declarar a nulidade da sentença ou, caso não sendo esse o entendimento, seja reformada decisão para julgamento improcedente dos pedidos.




Com informações de O Progresso.

COLUNA DO FERNANDO ATALLAIA:POLÍTICA E CIDADE EM SÃO JOSÉ DE RIBAMAR







Coluna do Fernando Atallaia



Por Fernando Atallaia

Da Agência Baluarte

atallaia.baluarte@hotmail.com



Daniela Maciel lança pré-candidatura ao Legislativo de São José de Ribamar


A ex-secretária adjunta de Assistência Social de São José de Ribamar, Daniela Maciel, é a grande aposta do Partido Republicano nas eleições majoritárias de outubro. A republicana, que é uma das ativistas sociais de maior competência na cidade balneária, foi administradora regional da área Sede na gestão de Luís Fernando Silva, onde participou daquele governo imprimindo inovações e ideais sociais.


Daniela Maciel:um dos grandes nomes à Câmara Municipal de São José de Ribamar


Daniela Maciel, que há algum tempo enfrentou as intempéries de um câncer, conhece bem a realidade do município e promete fortalecer a presença feminina na Câmara Municipal. O legislativo da cidade, formado hoje por onze vereadores que constituem a Casa, tem a tímida participação de duas vereadoras em mandato. Com Maciel, se eleita, aquele Poder tende a sofrer mudanças significativas no quesito modernidade e participação popular. Marcas indeléveis da líder ribamarense.


Oposição caminha nos rumores dos ‘climas’ políticos


Os pré-candidatos lançados oficialmente ao Executivo Municipal de São José de Ribamar, por seus respectivos partidos políticos, foram até aqui Júlio Filho (PC do B) e Arnaldo Colaço (PSB). Outros supostos postulantes ao cargo abusam das invencionices e de rumores fantasiosos para manter sobrevida política no município, tentando desta forma, agregar apoio dos menos avisados.


Zé Luís Lago:PPL ribamarense alardeia que ele é pré-candidato a prefeito


Há 5 (cinco)meses das eleições nenhuma nova pré-candidatura  a prefeito foi anunciada. O fato, é que nos bastidores muitos falam, no entanto pouco fazem. Pelo Partido Pátria Livre-PPL, por exemplo, o nome cogitado seria o de José Luís Lago. Já pelo Partido Trabalhista Cristão-PTC, Roberto Câmara. Agora é aguardar e vê pra crer!


Infraestrutura em baixa no Araçagi. Cadê a Secretaria de Obras?


A rua Henrique Frazão no bairro Araçagi vem agonizando em grande estilo. De acordo com os moradores, para atravessar a via é necessário ultrapassar ‘lagoas’ e poças d’água espalhadas por toda extensão do perímetro.

Os moradores também reclamam da buraqueira existente no bairro e da ausência de ações concretas por parte da secretaria de obras da prefeitura. A coluna tentou contatar o secretário de obras da prefeitura municipal, Antônio Garrido, mas o telefone anunciava fora de área ou desligado.Outras tentativas serão feitas pela equipe de reportagem de ANB Online nos próximos dias.


Câmara Municipal pretende renovar quadro de vereadores em totalidade

A câmara de vereadores de São José de Ribamar pretende renovar os mandatos dos atuais onze vereadores da casa legislativa, é o que afirma uma fonte segura ligada aquele Poder. A estratégia seria manter a coesão em torno dos parlamentares ribamarenses para o pleito de outubro,  fortalecendo assim o bloco dos 11.

Beto das Vilas:presidente da Câmara Municipal diz que instituição pública é unida


Já bem afinados às questões que envolvem a cidade, os atuais vereadores mostram ser amigos uns dos outros na esfera particular e caminham juntos em prol do projeto da reeleição em totalidade. Já as vagas acrescentadas às onze existentes seriam ocupadas por postulantes ligados de alguma forma aos atuais onze vereadores. Uma maneira de fortalecer o grupo político do Legislativo no município.


Negão afirma ser o mais popular no município e fala de premio


O vereador peemedebista Negão, da base aliada do prefeito, afirma ser o vereador mais popular de São José de Ribamar e garante a reeleição. ‘ ‘Gosto de todos os meus amigos e irmãos vereadores, mas o Negão é realmente o mais querido pela população ribamarense e o mais popular, por esta razão estamos indo para a reeleição com segurança do apoio conquistado”, diz.

Negão tem sido contemplado nos últimos anos com prêmios de reconhecimento por sua atuação. ‘’Agora mesmo recebi um prêmio fora do estado e aqui na cidade também já recebemos vários prêmios e claro eu fico feliz né,  é bom saber que o vereador que trabalha tem esse reconhecimento do povo e das instituições, é gratificante’’, comemora.


Lideranças políticas da Sede e Região das Vilas não comparecem ao 'debate eleitoral'


As conhecidas e pasteurizadas lideranças políticas da chamada Região das Vilas e Sede até agora não se posicionaram em relação às eleições de outubro, próximo. Nomes como Adílio (Vila Operária) e Malheiros (Sede) assim bem, como tantos outros entusiastas das épocas eleitorais, parecem fugir ou esconder-se do debate em torno das eleições de outubro.


Malheiros, que na Câmara Municipal é representando por sua esposa, a vareadora Elisabeth Malheiros, vem sugerindo formar chapa majoritária com atual prefeito Gil Cutrim, numa articulação de pouco reconhecimento por parte do grupo situacionista. Já Adílio, conhecido pela atuação à frente da associação de entidades que congrega boa parte das uniões de moradores da Região das Vilas está isolado no ostracismo político já faz um bom tempo. Ambos ainda não se pronunciaram oficialmente quanto às eleições proporcionais e majoritárias deste ano em São José de Ribamar.




Leitores de ANB Online sugerem candidatos à Câmara Municipal

Os milhares de leitores de ANB Online vem nas ultimas semanas, sugerindo através de comentários e telefonemas, nomes de possíveis candidatos a vereador na cidade. A participação do eleitorado ribamarense no blog da Agência de Notícias Baluarte é assídua e legítima.

A equipe de produção do portal decidiu, portanto seguir algumas recomendações dos leitores e checar as sugestões em torno dos pré-candidatos. Em sua maioria, oriundos das comunidades e bairros ribamarenses os postulantes e/ou coordenadores dos mesmos tem utilizado o Blog para divulgar seus pretendentes ao Legislativo da cidade. Boa estratégia de visibilidade!
Bit Carneiro, Júlia Zaidan e Mazinho sumiram do mapa

Os ex-vereadores Bit Carneiro, Júlia Zaidan e Mazinho sumiram do mapa político de São José de Ribamar. Os ‘oposicionistas’ gozam hoje da rejeição de grande parte da população ribamarense, que olha com desconfiança suas pré-candidaturas já anunciadas.

Bit Carneiro, que teve um mandato marcado pela ausência de expressividade caiu no esquecimento popular. Zaidan, por sua vez, decepcionou além de lideranças e sua comunidade de origem, a Vila Sarney Filho, seus assessores e assistentes políticos quando vereadora. Já Mazinho, o único a ‘debater’ com o governo Luís Fernando Silva na Câmara Municipal, não alcançou a vitória numa época onde o eleitorado ribamarense, desacreditado, já clamava por renovação.

Deferências Atallaianas
As deferências atallaianas vão para os moradores dos bairros Rio de São João e Quinta na pessoa do amigo Chicó e família.
Abraços e saudações afetuosas para Dico e família na Cidade Alta.
Deferências ao trabalho social e comunitário de D. Maria de Jesus e família no bairro Bom Jardim.
Quero aqui registrar a importância do trabalho do fotógrafo Ceará, um dos grandes nomes do fotojornalismo na cidade balneária. Admirador confesso deste colunista, Ceará acompanha com frequência as notícias do Blog de jornalismo ribamarense. Abraços e vida longa ao mestre da imagem!
Deferências mais que necessárias aos seguintes desportistas ribamarenses: Paulo Campineiro, Ricardo Senna, Luís Silva, Léo do Cohatrac Novo, Sandro Santos, Dijé, Lelelo da Tropical, Luciana e Patrícia(Skate) e Renato, o parente. Abraços afetuosos de ANB Online!
Um beijo enorme em Débora Kapus, funcionária da prefeitura municipal. Simpatia e carisma a toda prova!
Minhas deferências pessoais para as comunidades Vila São Luís na figura da querida Lauricéia e Vilas Kiola I e II( Kiolinha) na pessoa do conhecido e inestimável pastor Élcio Morais.
Abraços nos leitores de ANB Online nos seguintes bairros: Mata, Matinha, Parque Vitória, Sede de Ribamar, Vila Roseana, Panaquatira, Sarnambi, Cruzeiro, Tijupá Queimado, Turú, J. Câmara, Outeiro, Jardim Tropical, bairro São Raimundo, Vilas Sarney Filho, Operária e Cafeteira, Campina, Alto do Itapiracó, Cohatrac Novo, Araçagi, Moropóia, Boa Viagem, e demais localidades ribamarenses. O nosso muito obrigado pela participação e audiência. Saibam que o Blog foi pensando para vocês amigos queridos. Saudações!
Deferências culturais aos artistas ribamarenses Fran Moreira, Lívia Amaral, Valbercy, Kadu Ribeiro, Zeca Santos, Riba Salgueiro, Ivagner Tony,Trindade, Lukas Daniel, Júnior Fá, Ronald, Paula Soeiro, Rose de Luz, Sandra Leila, João de Deus, Sandro, Matozão, Leandro Jr., Diego, Fernando Silva, Sara Luíza, Ronaldo Mouta, Ricardo e Genésio, Paulo Luís, Tércia Nojosa, Wendell Rocha, Ágata, Naldo Barbosa, Ivanir Sousa, Cléber Silva e Elisangela Morais. Por hoje só. Tenham um ótimo fim de semana e que Deus nos abençoe a todos!


POLÍCIA PARA QUEM PRECISA:DELEGACIA DO CONSUMIDOR DEFLAGRA OPERAÇÃO GÁS LEGAL



Delegacia do consumidor deflagra Operação Gás Legal


Por Jorge Aragão


Durante a manhã desta quinta-feira (26), a Delegacia do Consumidor deflagrou a Operação Gás Legal e de imediato já efetuou a prisão de duas pessoas.

A delegada Uthania Lima, titular da Delegacia do Consumidor, assegurou que o objetivo da Operação Gás Legal é coibir a venda clandestina e perigosa do gás de cozinha.


Delegada Uthania Lima:no rastro da venda clandestina de gás de cozinha

“A nossa intenção é realizar a fiscalização em diversos pontos, pois a nossa preocupação são com as pessoas que comercializam esse produto e também com as pessoas que ficam próximas desses estabelecimentos e consequentemente na área de risco”, afirmou a delegada que vai fazendo um excelente trabalho em prol do consumidor maranhense.

A Delegacia do Consumidor alerta ainda que qualquer pessoa que for flagrada comercializando o gás de cozinha em desacordo com as normas estabelecidas na forma da Lei, será autuada em flagrante pelo crime previsto na Lei 8.176 de 1991, que define crimes contra a ordem econômica.



Com informações de ANB Online.